BAZAR DE NATAL UTOPIA E LUTA!!! Dias 4,5 e 6 de dezembro no Quilombo das Artes. Com brechó,artesanato, mostra de cds independentes, camisetas da comunidade,pockets shows,atividades de recreação infantil,serviç o de copa(café,bolo, pizza,pão caseiro,chá,panetone s),tudo isso e muito mais Serviço: Brechó com roupas de otíma qualidade e conservação, vale a pena conferir!
Lembrando nossas oficinas de capoeira nos sábados de manhã(infantil) e terças à noite(adultos) , Dança de salão nas quintas, 19 hs. Sempre com entrada franca.
Percepção musical para crianças com Nanci na creche, dia 13 dezembro pela manhã. Oficina de customização, dia 18 dezembro com a marcha mundial de mulheres, vamos fazer nossas camisetas e bolsas para o FSM.
Todos os dias temos pão caseiro e pizza. após 17:30 hs na cooperativa para venda. Para a ceia estaremos com serviço de venda de chester e peru assado e decorado para sua ceia, encomende!!!
Aos som do atabaque a historia é lembrada, dos guerreiro índios e negros que lutaram heroicamente e muitas vezes são esquecidos pela cultura dominante.
Maculelê foi um jovem guerreiro que protegeu sua tribo de um ataque de uma tribo rival, os bastões que utilizou naquele momento é representado através da dança Maculelê. As crianças e jovens participantes da oficina de capoeira no Quilombo das Artes vivenciaram a história do guerreiro Maculelê e representaram sua dança, com o mesmo espírito de resistência, coragem e responsabilidade. A atividade foi encerrada com roda de capoeira angola ao som músicas que referenciaram Zumbi e com roda de samba.
O dia 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares, foi marcado como data simbólica para referenciar a importância histórica dos negros no Brasil. A cultura, a religiosidade, o suor e o sangue dos nossos ancestrais está presente em nossa formação, mesmo com tentativas de que isso fique menosprezado e escondido, ainda temos que lutar, para que consigamos viver em igualdade, sem nenhuma forma de preconceito racial/étnico, valorizando aqueles que lutam cotidianamente pela sua dignidade.
É com esse intuito de conhecer nossa história, nossas raízes e nossa cultura que ocorre a oficina de capoeira angola, além de ser uma atividade em que exercitamos nosso corpo e mente.
Viva Zumbi!
Zumbi vive!
Pré estréia dia 8 de Dezembro às 16h, na Esquina Democrática, Centro, Porto Alegre
Árvore em Fogo.
Uma Montagem de Teatro de Rua sobre a vida e obra de Bertolt Brecht
O teatro de rua é, sem sombra de dúvida, a manifestação mais popular da cultura teatral. Por essa razão, o espetáculo “Árvore em fogo” foi criado pela Cambada de teatro em Ação Direta Levanta FavelA..., baseado em poemas de Bertolt Brecht, dentro da oficina de teatro de rua desenvolvida pelo grupo no Quilombo das Artes - Utopia e Luta. Através de músicas, conta-se a história de um jovem nascido na burguesia alemã, revoltado com o germanismo difundido na escola. Passa a escrever artigos e poemas e ingressa na faculdade de medicina; mas acaba seguindo a carreira de encenador teatral, a fim de expressar a sua esperança na ideologia comunista. Foge da guerra, através de diversos países, mas acaba fixando-se na Alemanha Oriental. Porquê? Sua carreira de dramaturgo não teria um futuro mais promissor em um país capitalista? A faculdade de medicina não lhe garantiria uma vida tranquila? Como defender a liberdade ante a ascenção de regimes totalitários? Ele diz que vive tempos negros. “Fôssemos infinitos”, percebe o dramaturgo, “tudo mudaria. Como somos finitos, muito permanece”. As guerras mundiais sucedem-se desde há muito tempo em nossa memória. Esse é o mundo de Brecht. Já nem nos damos ao trabalho de enumerá-las. Brecht presenciou o nascimento da primeira e Segunda grande guerra. E não se conformou. O inconformismo colocou-o na lista negra de Hitler. A genialidade colocou-o entre os grandes nomes da dramaturgia e poesia. Ironicamente ignorante, pois “(...)nos velhos livros se encontra o que é sabedoria: manter-se afastado das lutas do mundo e a vida breve levar sem medo e passar sem violência, pagar o mal com bem, não satisfazer os desejos, mas esquecê-los. Isto é sabio(...)”. “Árvore em fogo” é um alerta para a necessidade da liberdade. Brecht renega a ideologia de sua classe burguesa, responsável pela escravidão. Torna-se um ardoroso lutador em defesa da justiça popular. “(...) Às vezes bastante, às vezes pouca”. Juntos com Brecht, afirmamos: “Temeremos mais a miséria que a morte”. As músicas, os figurinos, as máscaras e os adereços são criação coletiva da Cambada. Participam da encenação: Sandro Marques (Brecht), Danielle Rosa (Paula Banholzer), Tiaraju Borges (Feuchtwanger, voz Hitler e Truman), Robson Reinoso (Benjamin, Hilter, Berthold, Professor, Locutor), Ana Eberhardt (Helene Weigel e Sophie Brecht), Denise Souza (Elisabeth Hauptmann), Gil Santos (Becher e Frank Brecht), Hariná Marques (Barbara Brecht), Kacau Soares (Ruth Berlau) colaboradora: Paula Lages.
Trabalhadores, sindicalistas, integrantes de movimentos sociais e do movimento negro protagonizam diversas manifestações em Porto Alegre nesta sexta-feira (20). A 14ª Marcha dos Sem e a 3ª Marcha Zumbi dos Palmares se concentraram em frente ao Mercado Público na capital. Vários ônibus do interior do estado trouxeram trabalhadores de diversas categorias. No local, ocorreram manifestações culturais do movimento negro do Rio Grande do Sul. Os manifestantes da Marcha do Sem se juntaram ao coro que pedia o fim do preconceito contra os negros. No dia 20 de novembro também é comemorado o dia da Consciência Negra.
O coordenador do setor de juventude do Movimento Negro Unificado, Jorge Cruz, afirmou que mais do que um dia de comemoração, o 20 de novembro deve ser marcado pela reflexão. Ele lembrou que os jovens negros são as maiores vítimas da violência no país.
“Os jovens negros estão morrendo na mão da polícia e dos traficantes, é um verdadeiro genocídio. Nós temos uma campanha em nível nacional que é contra o genocídio da juventude negra para a gente ter essa indignação de não aceitar as coisas como elas são, pois se nós não tomarmos a iniciativa, os nossos jovens vão continuar morrendo de uma maneira precoce e nada é feito por parte dos governos”, conta.
Um dos coordenadores do Movimento dos Trabalhadores Desempregados da Região Metropolitana, Antônio Lima, afirmou que o maior desafio do MTD é conseguir a concretização dos empreendimentos populares.
“A reivindicação central é o apoio para os empreendimentos populares do MTD. Dentro disso, tem um conjunto de outras reivindicações que estão dentro do Programa Pontos Populares de Trabalho, que auxiliam no transporte público, nos postos de saúde nas comunidades, a construção de um condomínio na Av Ipiranga, em Porto Alegre”, relata.
A integrante da Marcha Mundial de Mulheres, Cláudia Prates, lembrou que o maior desafio hoje, ainda é acabar com a violência contra a mulher.
“Nós estamos na semana de luta contra a violência e hoje nosso maior desafio é erradicar a violência contra as mulheres, mas não só atacando o fim, que é a mulher não sofrer a violência, mas o que causa a violência, que é o machismo, que é essa opressão que as mulheres sofrem todos os dias só pelo fato de serem mulheres”, conta.
Depois do ato no centro da capital, os integrantes da Marcha dos Sem fizeram uma caminhada até o Palácio Piratini. Lá, se encontraram com os trabalhadores da educação, que vinham de uma Assembléia Geral no Gigantinho. Os manifestantes pediram a retirada do projeto do governo estadual que modifica o plano de carreira dos professores. Eles atiraram um saco de lixo preto com cópias da proposta da governadora na porta do Piratini. Uma das diretoras do CPERS-Sindicato, Marliane dos Santos, afirmou que se até o dia 09 de dezembro o governo não retirar o projeto da Assembléia Legislativa, os professores irão discutir a possibilidade de greve.
Os trabalhadores em educação acusaram a Brigada Militar de barrar a saída de 40 ônibus do Gigantinho. Os professores se juntariam com o restante dos manifestantes no Palácio Piratini, mas não chegaram a tempo.
Reportagem: Bianca Costa fonte: Agência Chasque
Vivam os Jovens Zumbis em Risco!
É estarrecedor o Relatório Anual das Desigualdades Raciais, da UFRJ, coordenado pe prof. Marcelo paixão, atestando que quase 68 % dos jovens até 18 anos, mortos (muitos deles friamente assassinados pela polícia), aqui no Brasil são Negros.
Se considerarmos que dos 32% restantes dos jovens abatidos pela polícia, cerca de 50% dos gens são da etnia Negra, provenientes da África, e ainda acrescentarmos que há um verdadeiro genocídio e diminuição da fertilidade na África, e de como são tratados os Negros na AL, notadamente o Haiti, a nação mais Negra do continente americano (embora em números absolutos, o Brasil tenha mais Negros), o que vemos, no plano estratégico mundial, é a articulação de uma verdadeira operação de eliminação genética dos Negros, o que irá, no atual século, ocasionar uma grave repercussão, já a partir do terço final dos anos 2000. E se somarmos a isso, o que acontece com os indígenas das Américas, completamos o quadro de supremacia criminosa dos anglo Saxões, a contar também com a eliminação de Árabes, em curso no mundo.
Assim, temos de registrar neste Dia de Zumbi e da Consciência Negra, que os Negros são “punidos” duas vezes, pela sociedade branca (dos que mandam): Uma pela eliminação física majoritária de Negros, e outra por eles serem a maioria dos pobres deste país, justamente por serem em maior número, nesta vcategoria econômica.
É este o resultado da Política do Capital que é Sionista, Católico e Protestante, na sua grande e hegemônica maioria.: A eliminação Étnica dos Negros e de outras etnias não brancas, Anglo Saxônica.
Não é à toa que o presidente internacional da Mionanto, a empresa dos venenos e dos transgêncos, declarou que “os Trangênicos alimentarão os Pobres do mundo. Enquanto os ricos se alimentarão de produtos orgânicos, acrescentaria eu, com o dado que 80% dos orgâncos brasileiros são exportados para o primeiro mundo.
Não é à toa que a Monsanto esconde inúmeros ensaios com animais alimentados com grãos transgêncos, que sofrem diversas anomalias graves, além de diminuição da capacidade reprodutiva. E não é à toa que a Monsanto financia a alimentação transgênica na África, e medindo a capacidade ovulatória das mulhreses submetidas a rações com concentrações crescentes de OGMs. Além do método direto de eliminação que é a subjugação econômica.
Podemos afirmar, sem medo de errar, que a Ideologia Nazista está em franca expansão, não só aparentemente na política, com a inflexão à direita do eleitorado europeu, mas os anos Bush (pai e filho), Clinton e até deste boneco Obama, mostrando-se totalmente manietado e confortável no Poder descricionário do Império.
Cabe à sociedade civil salvar os Jovens Zumbis e descedentes dos Índios originários em território brasileiro, em risco de morte. Não se trata apenas de exigir políticas públicas, mas também erigir experiências que possam germinar, à revelia da tutela do Estado, Igrejas e quetais, que cobram um alto preço pelas suas porcas migalhas, para “salvarem” os Pobres, lhes dando como opção única, a submissão.
Em outro plano, combater ferrenhamente estes Novos Negros da Adesão, como são os MV Bill, diretores do Afrorregae, e até aquele tal de seu Jorge, o comedor de Burguesinhas (seu último sucesso musical) e garoto propaganda de um comercial de magazine, onde 90% das modelos são brancas.
É assim que a Banda tem de tocar. Com radicalidade e forte espírito crítico, além de Ações Diretas visando não esta baboseira de Inclusão Social, mas sim o Ativismo Político que tem de se espraiar entre os pobres e etnicamente em risco neste país.
Creio também que uma enxurrada de ações no Ministèrio Público, responsabilizando os governos por este genocídio, seria um elemento importante para a visibilidade do problema.
Viva Zumbi! Viva os Guris e Jovens Negros em risco de extinção!
*Raymundo Araujo Filho é médico veterinário homeopata, Marron por fora e Negro por dentro.
na sede da comunidade autônoma Utopia e Luta, sobre a escadaria do viaduto da Borges.
Sábado 28 de novembro - Exposição de fotografias –
14.00 horas Abertura – sarau
14.30 Roda de conversa: Lutas de mulheres camponesas.
16.30 café (traga sua caneca)
17.00 a 19.00 Roda de conversa: Lutas de mulheres urbanas.
Domingo 29
14.00 vídeo-debate
16.00 café (traga sua caneca)
16.30 hs Rumos, desafios, ações das mulheres em luta.
18.30 a 19.00 fechamento
Queridas companheiras de lutas.
O 25 de novembro é o Dia Internacional de Luta de combate à violência contra as mulheres. Um dia muito importante que para nós, mulheres rebeldes, simboliza a luta contra as diferentes e múltiplas maneiras do patriarcado capitalista nos agredir e tentar nos submeter. Tentar, porque de fato nunca conseguiu e não conseguirá.
Somos insubmissas. Somos como a água, tampa por aqui, infiltra por lá. Temos a violência do fogo da criação que destrói as plantas transgênicas e nos aquece ao redor de grandes fogueiras místicas. Temos a força da tempestade, como nossa Yansã, e o sabor da brisa do mar que não tem como colocar dentro de uma garrafa PET. Somos o terremoto que remove as camadas da terra e renova sua fertilidade e cria novas bases.
Pela amplitude e profundidade de nossa luta nos dizemos feministas, mas feministas radicais e autônomas, lutamos contra as bases do sistema do capital e de sua face mais disfarçada: o patriarcado. Esse patriarcado que infelizmente está dentro de muitas mulheres e de grande parte dos homens, mesmo dos nossos companheiros de luta e de bar.
Nós lutamos cotidianamente em todas as trincheiras, dentro de casa, no trabalho e no ativismo político, no terreno das sexualidades e do prazer. Junto com as crianças. Somos negras, brancas, lésbicas, estudantes, artistas, trabalhadoras urbanas, camponesas.. .
Neste ano não queremos ficar apenas gritando contra a violência. Propomos um encontro para falar de nós para nós. Queremos nos encontrar, conversar, ouvir nossas companheiras, fazer um pequeno sarau com frases que você também pode trazer para contribuir. Tomar um café com delícias da padaria da comunidade Utopia e Luta.
Estamos contentes e felizes com esse encontro porque seu objetivo é nos fortalecer, nos trazer esperanças e alimentar nossos planos e atividades conjuntas!
Beijo grande e até dia 28 de novembro, 14:00, na sede da comunidade Utopia e Luta, sobre a escadaria do viaduto da Borges.
Leve sua caneca para economizar plástico e contribua, se puder, com um caderno, um lápis e uma caneta para enviarmos às crianças assentadas em São Gabriel.
Convite para o Lançamento do Livro e mesa redonda.
Por favor, ajudem a encaminhar o convite para quem possa interessar
Dossiê Ditadura
Mortos e Desaparecidos Políticos no Brasil (1964-1985)
Mesa: Criméia Alice Schmidt de Almeida Comissão Familiares dos Mortos e Desaparecidos Suzana Keniger Lisbôa Comissão dos Familiares dos Mortos e Desaparecidos Enrique Serra Padrós (Mediador) Departamento de História/UFRGS
Data: Sexta-feira 27 de novembro
Horário: 19:00 - 21:30 horas
Local: SALA 601 da Faculdade de Educação - FACED
CAMPUS CENTRAL/ UFRGS. Prédio 12201 - Av. Paulo Gama, s/n.
Apoio:
Comissão de Cidadania e Direitos Humanos/Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul
Departamento de História - Programa de Pós-Graduação em História – IFCH/UFRGS
A Câmara de Vereadores de São Paulo entregou, dia 4 de novembro, às 19 horas, o título de Cidadão Paulistando “in memorian” a Carlos Marighella, deputado constituinte em 1946 pelo Partido Comunista Brasileiro e criador da Ação Libertadora Nacional (ALN), que participou da resistência armada à ditadura militar. Iniciativa do vereador Ítalo Cardoso, a homenagem ocorreu no salão nobre da Câmara Municipal.
No dia 4 de novembro, completou-se 40 anos do assassinato de Marighella, em uma emboscada armada pela polícia política comandada pelo delegado Fleury, no centro da cidade de São Paulo. Nesse dia, Marighella tinha um encontro marcado com frades dominicanos. Acabou sendo emboscado e fuzilado, sem chance de defesa. A data será motivo de várias homenagens.
Também no dia 4, foi realizado, às 11h, um ato político no local onde ele foi assassinado (Alameda Casa Branca, 806, Jardim Paulista). Às 18h, ocorreu a exibição do filme “Marighella; retrato falado de um guerrilheiro”, de Silvio Tender, no salão nobre da Câmara Municipal de São Paulo.
No dia 7 de novembro, às 11h, foi aberta a exposição “Marighella”, no Memorial da Resistência de São Paulo (Largo General Osório, 66). Às 11h30min, teve apresentação de poemas de Marighella, musicados pelo percussionista Dinho Nascimento, acompanhado por Gabriel Nascimento e Cecília Pellegrini. Às 12h30min, foi a vez do espetáculo “O Amargo Santo da Purificação”, do grupo Tribo de Atuadores Oi Nóis Aqui Traveiz. A exposição vai de 8/11 a 25/04 de 2010, com entrada gratuita de terça a domingo, entre às 10 e 17h30min.
O Utopia e Luta também esteve lá!!!
Sou morador da Vila São Judas Tadeu a mais de 30 anos, e atual presdente da Associação de Moradores) nossa comunidade é formada por mais de 700 famílias, que aqui chegaram a mais de 60 anos. Pois ao longo deste tempo a área foi se valorizando, a PUCRS se instalou na área do colégio Champaghnat, ao lado da vila, e aí começaram os nossos problemas.
A universidade foi crescendo e se expandindo, e depois de tomar importante parcela do Jardim Botânico e adquirir (de forma misteriosa) o quartel do exército que estava ao lado, veio com tudo para cima da nossa comunidade.
Estamos lutando pelo nosso direito a terra e a permanência no local, e precisamos de todo o apoio possível.
Peço a todos que repassem este email para as suas listas de endereços, vamos criar uma verdadeira corrente, mas não da fortuna e do dinheiro e sim da luta contra a opressão e a injustiça.
Você estará ajudando toda uma comunidade a ter o seu direito a moradia respeitado!
Vamos fazer este email chegar ao máximo de alunos da PUC que for possível, pois eles precisam saber onde estudam!!!
Acesse o blog da Associação de Moradores e veja mais clicando sobre o título abaixo:
ATO EM SOLIDARIEDADE A CESARE BATTISTI NA ESQUINA DEMOCRATICA10/11/2009
VIGILIA NA FRENTE DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA 11/11/2009
BATTISTI VAI VIVER OU MORRER NO BRASIL. DAQUI NÃO SAIRÁ
Submitted by cesare_livre on Fri, 11/13/2009 - 13:08
por Celso Lungaretti
Terminada a segunda sessão do julgamento do pedido de extradição de Cesare Battisti no Supremo Tribunal Federal, batalhões de jornalistas colhiam as impressões dos personagens do Brasil oficial à porta da lei (kafkiana como nunca!), mas quem fazia a melhor avaliação dos acontecimentos era o jovem orador que, com seu megafone, falava a algumas dezenas de outros jovens, localizados a uns 300 metros de distância, no Brasil real:
- Já não existe mais Supremo Tribunal Federal. Isso aí agora é uma delegacia de polícia.
Só faltou acrescentar: dos tempos da ditadura militar. Uma delegacia como o distrito policial que servia de fachada para os carrascos da Operação Bandeirantes.
Quem passava pela rua Tutóia, no bairro paulistano do Paraíso (!!!), só via as instalações de uma instituição dedicada a proteger os cidadãos.
Nos fundos, sorrateiramente, infiltraram-se os efetivos de uma instituição infernal, dedicados a atentar contra a liberdade, a integridade física e a própria vida dos cidadãos.
Também o STF tem efetivos dedicados a tal faina.
Já atentaram contra a liberdade do escritor e perseguido político Cesare Battisti, ordenando sua discutível detenção e mantendo-o sequestrado depois que o Governo brasileiro lhe concedeu refúgio humanitário, há dez meses.
Também atentaram contra sua integridade física: a ansiedade e a mágoa por estar sendo tão injustiçado o reduziram a um trapo.
E tramam contra sua vida, pois -- prestem muita atenção no que afirmo! -- Cesare Battisti jamais será extraditado para a Itália. Vai viver ou morrer no Brasil, dependendo da decisão das autoridades brasileiras. Daqui não sairá.
Na 5ª feira em que o ministro Marco Aurélio Mello honrou as calças que veste, vocês-sabem-quem se comportou como um garoto assustado: molhou-as e preferiu não aparecer em público, pensando que assim evitaria o vexame.
Em vão: seu papel neste drama jamais será esquecido. Ou vai buscar sua dignidade onde a atirou, ou passará à História com o estigma da infâmia e da cumplicidade num assassinato.
Pois, repito: Cesare Battisti não será extraditado para a Itália. Vai viver ou morrer no Brasil. Daqui não sairá.
Falo o que dele ouvi e tenho absoluta certeza de que cumprirá o que disse, pois pertence à classe dos homens, não à dos garotinhos mijões.
Marco Aurélio não apenas votou, mas fez o verdadeiro relatório do Caso Battisti, reduzindo a pó o papelucho de César Peluso.
Provou, sem deixar sombra de dúvida, que o STF não tem direito de rever o refúgio concedido a Battisti.
Está apenas usurpando prerrogativa de outro Poder, o que implica burlar uma lei e ignorar a jurisprudência firmada nos casos congêneres por ele próprio apreciados anteriormente.
Provou que a sentença que a Itália quer ver aplicada contra Battisti especifica claramente (34 vezes!) que os delitos cometidos pelos Proletários Armados para o Comunismo constituíam subversão contra o poder do Estado.
O pobre Tarso Genro, por proclamar esta obviedade, foi fulminado como juridicamente ignorante pela engrenagem de comunicação a serviço dos juridicamente matreiros e juridicamente delinquentes.
Provou que os delitos falsamente imputados a Battisti estão, ademais, prescritos.
E provou a má fé dos que, depois de ouvirem a verdade cristalina, não modificaram seu voto, para agirem como verdadeiros juristas.
Por enquanto, não passam de vis linchadores, da mesma laia daqueles que entregaram Olga Benário aos nazistas (pois foi o STF quem decidiu tal ignomínia, tendo Getúlio Vargas apenas lavado as mãos, ao ignorar o pedido de clemência).
E serão definitivamente linchadores se desperdiçarem a última oportunidade, na próxima 4ª feira (18), para salvarem sua reputação e sua honra, evitando acumplicar-se com um assassinato.
Pois, a minha última palavra é também a definitiva de Cesare Battisti: ele vai viver ou morrer no Brasil. Daqui não sairá
Mais um suicídio de preso político nas prisões italianas! Por quê?
Na Itália, nos primeiros dez meses deste ano, 61 presos optaram pelo suicídio no lugar de ficar nas “seções especiais de isolamento”
05/11/2009
Achille Lollo
Comitê de Apoio aos Refugiados Políticos, Rio de Janeiro
Na Itália, nos primeiros dez meses deste ano, 61 presos optaram pelo suicídio no lugar de ficar nas “seções especiais de isolamento” que os Tribunais impõem através do artigo 41bis a todos os presos considerados “perigosos”. Agora o 62º suicídio por enforcamento foi da militante das Brigadas Vermelhas, Diana Blefari Melazzi, (38), por não ag�?entar mais o sistemático isolamento, após seis anos e meio de prisão.
Apesar do que foi veiculado na revista Carta Capital (a mando do então Sub-Secretário das Relações Exteriores italiano, Donato di Santo e do então embaixador italiano, Valensise) para os terroristas o 41bis é obrigatório e a cadeia perptua (ergástulo) é mantida para todos os presos políticos que não colaboraram durante as investigações.
Para Diana Blefari Melazzi (38) o suicídio por enforcamento foi a trágica saída do regime de isolamento especial. Presa em 2003 e condenada à prisão perpétua em 2005, a ex-brigatista, Diana Blefari Melazzi começou logo a manifestar “problemas psicofísicos”; tanto que nos últimos quatros anos foi submetida a 30 perícias psiquiátricas, além de várias “medicações” no hospital psiquiátrico penitenciário de Montelupo Fiorentino, depois na prisão de Sollicciano, na penitenciária de L’Aquila e por último no complexo penitenciário de Roma (cárcere de Rebibbia).
Seus advogados e os familiares pediam, apenas, uma transferência para uma clínica psiquiátrica onde poderia ser feito um tratamento específico para, uma vez curada, voltar na penitenciária. Pediam, também, que em função de sua doença lhe fosse retirado o 41bis, isto é: o isolamento nas seções especiais para “terroristas”.
Após o suicídio da ex-brigatista, Luigi Manconi, Sub-Secretário de Justiça do anterior governo de centro-esquerda, declarou ao jornal La Repubblica, “No meu tempo foram feitas dezenas de perícias psiquiátricas, segundo as quais resultou, sem nenhuma dúvida, que a Blefari sofria com graves distúrbios mentais. Mesmo assim a magistratura nunca quis tomar conta disso”.
O atual ministro da Justiça do governo Berlusconi, Angelino Alfano, após o anúncio do suicídio declarou em conferência de imprensa que “a estabelecer que Diana Blefari Melazzi pudesse suportar a prisão, mesmo tendo em conta seu estado psicofísico, foram os magistrados do Tribunal, visto que não é o ministro que decide quem deve ficar ou não nas prisões”.
Por isso, Caterina Calia e Valerio Spigorelli, os advogados de Diana Blefari Melazzi, no dia 2 de Novembro convocaram uma conferência de imprensa para denunciar que “ Diana Blefari Melazzi não foi tratada porque era uma terrorista das Brigadas Vermelhas: e foi por isso que ela chegou facilmente ao suicídio, sem alguma intervenção por parte do tribunal e das autoridades penitenciárias. Se ela fosse acusada de crimes comuns, certamente teria sido tratada, mas por ser acusada de terrorismo prevaleceu a tendência do Estado de optar pelo poder da punição, esquecendo o direito de salvar uma pessoa”.
Os advogados, diante dos jornalistas, acusaram o sistema judiciário e penitenciário italiano de ter implementado, desde 1978, um regime de isolamento especial para os presos políticos que prevê uma destruição psicofísica, sobretudo, no caso daqueles que não colaboraram com os investigadores. De fato, o suicídio da brigatista acontece 15 dias após o interrogatório dos agentes da polícia política, na prisão Rebibbia. Será apenas uma casualidade?
O regime especial do 41Bis não provocou apenas o suicídio de Diana Blefari Melazzi. Desde 1974 até hoje foram registrados 13 “suicídios” de presos políticos (Bruno Valli, 1974; Lorenzo Bortoli, 1981; Francesco Berardi, 1979; Eduardo Arnaldi, 1980; Marino Pallotto, 1980; Alberto Buonoconto, 1980; Manfredi De Stefano, 1984; Dario Bertagna, Mario Scrocca, 1987; Claudio Carbone, 1993; Edoardo Massari, 1998; Maria Soledad Rosas, 1998). Sem considerar os outros presos políticos que morreram por “causas naturais”, apesar de seus advogados dizerem que isto aconteceu por falta de tratamento médico nas prisões especiais onde estavam, como ficou evidente nos casos de Fabrizio Pelli (leucemia) e Nicola Giancola (enfarte).
Diferentemente do juiz Franco Ionta, responsável do DAP (Departamento Penitenciário), Angiolo Marroni, responsável da situação dos presos na região Lazio sublinha “ninguém quis tomar conta do caso, de fato em 2007 foi lançado o alarme quando eu denunciei que a condição física da Blefari havia piorado tornando-se um sujeito esquizofrênico e inabilitado psiquicamente”. (tradução do jornal La Repubblica de 02/11/2009) .
O suicídio anunciado de Diana Blefari Melazzi obriga a fazer uma reflexão sobre o suicídio anunciado de Cesare Battisti. De fato, por uma vez, apenas uma vez é necessário perguntar: se as prisões italianas são assim róseas e humanitárias, tal como foram apresentadas por um ex-juiz brasileiro, hoje comentarista da revista Carta Capital. Também é necessário perguntar por que nos últimos nove anos, nas prisões italianas se registraram 510 suicídios de presos por enforcamento?
Se os presos políticos (não arrependidos) e condenados à prisão perpétua teriam possibilidade de sair em apenas 12 anos, tal como escreveu o comentarista da revista Carta Capital, porque a cada ano se registra o suicídio de um ou dois deles?
Será que tudo isso é casual? Ou será que a condenação à cadeia perpétua, associada ao isolamento especial do 41Bis, é, ainda, a “solução ideal” para provocar a destruição psíquica e a consequente auto-eliminação dos antigos inimigos do Estado?
BAZAR DE NATAL UTOPIA E LUTA!!! Dias 4,5 e 6 de dezembro no Quilombo das Artes. Com brechó,artesanato, mostra de cds independentes, camisetas da comunidade,pockets shows,atividades de recreação infantil,serviç o de copa(café,bolo, pizza,pão caseiro,chá,panetone s),tudo isso e muito mais Serviço: Brechó com roupas de otíma qualidade e conservação, vale a pena conferir! Dia 25 de Novembro show com Pedro Munhoz no Quilombo,entrada franca. Lembrando nossas oficinas de capoeira nos sábados de manhã(infantil) e terças à noite(adultos) , Dança de salão nas quintas, 19 hs. oficina de gravura com Renan Leandro, dia 26 de novembro no Quilombo,das 14 ás 18hs. Percepção musical para crianças com Nanci na creche, dias 12 e 13 dezembro pela manhã. Oficina de customização, dia 18 dezembro com a marcha mundial de mulheres, vamos fazer nossas camisetas e bolsas para o FSM.
Lembrando que vamos decorar o prédio para o Natal e solicitamos doação de material decorativo de natal, fitas, guirlandas,bolas, luzes,etc. ..
Todos os dias temos pão caseiro e pizza. após 17:30 hs na cooperativa para venda. Para a ceia estaremos com serviço de venda de chester e peru assado e decorado para sua ceia, encomende!!! Mas nem tudo é só trabalho, depois que você fez seu plantão de portaria,lavanderia ,padaria, limpeza do refeitório,retirou o lixo do andar,limpou a caixa dágua,fez mutirão na horta comunitária,entre outros. Não se desespere, vamos fazer uma excursão pra praia em dezembro, mas de van pra não se acostumar mal. em janeiro sai outra. sempre em grupo de vinte no máximo. Pode crer que vai ser demais. saudação utopia e luta!!!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
federação de feudos ministeriais dirigidos pelos interesses imperialistas
Olhem, hoje saiu novamente no jornal, mas de forma mais impositiva, que o presidente brasileiro quer uma Câmara especial para impedir medidas judiciais cautelares que impeçam o prosseguimento de obras construtivas! Essa Câmara, proposta pelo ministro Paulo Bernardo, do Planejamento, envolveria o Tribunal de Contas da União (que tem levantado numerosíssimos casos de irregularidades e dolos em contas públicas, inclusive da prefeitura de Porto Alegre), o Ministério Público (a garantia que tem o cidadão para não ser esbulhado em seus direitos mínimos de cidadania), e o Ibama!
O Ibama não é lá essas coisas, mas é o único instrumento de que dispomos para impedir a depredação total de nosso ambiente e de nossos recursos naturais.
A medida cautelar é um instrumento precioso para prevenir o dano irreparável. Depois de aterrado um banhado de preservação permanente, e extintas as formas de vida que nele tinham seu ciclo natural, não há força humana que o recupere.
Essa proposta é em tudo equivalente à suspensão do habeas corpus, que existiu durante o regime militar, em pior, pois se refere não mais à segurança do indivíduo, mas ao interesse público!
Pior, essas medidas foram combinadas entre o Ministério das Cidades, e os órgãos classistas da indústria da construção: Sicepot, CBCC, ASBEA, e outros mais.
Foram anunciados seus princípios em setembro de 2008, num seminário sobre o PAC da Copa 2014, realizado em Porto Alegre, no Hotel Plaza San Raphael, a que assisti, embora não convidada, como militante que sou também das causas ambientais e urbanísticas.
Nesse evento, o representante do Márcio Fortes disse textualmente que era preciso flexibilizar a legislação ambiental brasileira, e coibir a ação do Ibama e da Funai, porque tudo isso 'atrapalha a construção'
Temos, pois, a ditadura dos empreiteiros querendo agora interferir no Poder Judiciário!
É a bancada do concreto, pois, que está dando "as tintas", bancada que hoje desmoraliza o PT, um partido que não foi fundado para defender o capitalismo explorador e predador, mas os trabalhadores, que são seus explorados e vítimas, e o futuro da nação brasileira, não para a felicidade do imperialismo e sua política de terra arrasada, e de desmonte do futuro da humanidade, mas para inverter a lógica perversa da sociedade de classes.
Ao mesmo tempo, isso abre caminho para a deslegitimação das instituições brasileiras, e a inviabilização das ações de proteção e preservação do ambiente, contra o aquecimento terrestre, mas a favor do desperdício e da insanidade do capitalismo pós-moderno e sua ânsia de destruição do habitat humano.
É um escândalo! E um perigo!
Confirma-se, porém, o que venho dizendo e escrevendo há muito tempo: não há governo brasileiro, não há governo petista, não há governo Lula - há uma federação de feudos ministeriais dirigidos pelos interesses imperialistas. Lula, obviamente, está sendo pressionado em favor da governabilidade, uma vez que ele nunca se ocupou da pauta econômica, nem teve formação no desenvolvimentismo trabalhista do segundo governo de Getúlio Vargas - o que é o caso de Dilma.
E tudo isso para quê? Para alinhar-se aos interesses norteamericanos e da OTAN na América Latina.
Por isso, o diretório nacional do PT quis me calar no FSM de Belém do Pará, quando pedi que se pressionasse o governo para convocar uma reunião de cúpula no subcontinente para tratar dos direitos humanos na América Latina. Que não é o caso somente de Honduras (aliás, ainda não vejo claro nesse episódio), mas também da Colômbia e do Peru e seus genocídios indígenas, sem mencionar o governo do Pará, no Brasil, aliado aos latifundiários. Os gringos querem que o Brasil invista contra os governos nacionalistas do subcontinente, por isso, o estão armando com aviões e até com instrumentos bélicos aviatórios, de fabricação israelense, a serem produzidos em Porto Alegre!
(Como se Porto Alegre já não tivesse com que se preocupar em matéria de depredação ambiental, contaminação de sua bacia hídrica, saúde atirada às traças, corrupção às mancheias, nenhuma política habitacional popular, e abertura total para a indústria da construção civil!)
É claro que o presidente não quer essa tarefa de gendarmeria continental - então faz-lhes a vontade em outros assuntos, como o desmonte de nossa proteção ambiental e a interferência no poder judiciário.
E todos os confetes jogados internacionalmente pelos países do I Mundo no Brasil (Copa, Olimpíadas, títulos, prêmios) se destinam a forçar o alinhamento brasileiro ao lado dos lobos internacionais para servi-los contra os movimentos de independência e soberania!
Não enxerga quem não quer ou está comprometido.
E porque os ingleses estão tão abrasileirados? Já conseguiram a exploração de terras raras (minerais radioativos) na "nação indígena" Raposa do Sol. Pobres índios - antes os ameaçavam os agrotóxicos da lavoura do arroz, agora é radioatividade às escâncaras.
Tania Jamardo Faillace
escritora e jornalista
delegada da Regional 1 de Planejamento de Porto Alegre
Carta de solidariedade a Federação Anarquista Gaúcha
Viemos através deste manifestar nossa solidariedade a Federação Anarquista Gaúcha em repúdio a invasão e apreensão de materiais e equipamentos de sua sede em Porto Alegre operada pela polícia civil na tarde de quinta-feira, 29 de outubro, e a abertura de processo criminal por injúria, calúnia e difamação a mando da governadora Yeda Crusius e expedido pelo Ministério Público Estadual. Este ato repressivo constitui cerceamento da liberdade de expressão e o direito de reunião resultando em censura política e intento de criminalização desta organização.
Já é notório para o Brasil e também em nível internacional a política de criminalização da pobreza e do protesto que é operada por este governo. Repressão e processos judiciais sobre o Movimento Sem Terra, categorias em greve, dirigentes sindicais e mobilizações populares que fazem oposição e denúncia aos esquemas de corrupção instalados nos altos escalões do governo e das políticas do Banco Mundial que desmontam com os serviços públicos e atacam direitos dos trabalhadores. A pobreza da periferia das grandes cidades também é alvo desta política truculenta.
Com esta carta queremos pesar as justas reivindicações de fim aos processos judiciais e a devolução de todos os bens apreendidos da FAG como a garantia das liberdades democráticas que foram violadas pelo Estado.
Ouvidoria do Estado do Rio Grande do Sul - Brasil Correio: ouvidoria@gg.rs.gov.br Fax: 00 55* (51) 3210.4522